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Categoria: Dicas de Saúde

21/06/2018

Variações climáticas estimulam crises de asma

Com uma estimativa de 235 milhões de portadores em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a asma é a doença crônica mais comum entre as crianças. A falta de identificação rápida e de uma assistência adequada é comum e pode gerar consequências sérias para essas pessoas, que ficam sujeitas a restrições em suas atividades diárias. No dia 21 de junho, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Asma, uma data dedicada para esclarecer dúvidas e disseminar informações sobre o tema. Bastante comum no inverno, a asma é uma doença inflamatória das vias aéreas com origem multifatorial, sendo a predisposição genética a principal delas. Costuma manifestar-se em crises, que podem ser desencadeadas por fatores como mudanças bruscas de temperatura, infecções respiratórias (gripes, resfriados e sinusites) e exposição a substâncias que provocam alergia respiratória, a exemplo de ácaro, pó, poeira, mofo, fumaça, cigarro, perfumes e cheiros fortes. Os principais sintomas são chiado no peito, falta de ar, tosse e sensação de aperto no peito. Frequentes no Rio Grande do Sul, as variações climáticas são provocadoras desse processo, exigindo cuidado redobrado. “O fato de em uma semana a temperatura ser muito baixa e na seguinte chegar a quase 30ºC é muito ruim para o alérgico respiratório. É o que desencade

08/06/2018
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Dia Mundial da Imunização lembra a importância da vacinação

Ação ajuda na prevenção de diversas doenças

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 2 e 3 milhões de mortes por ano são evitadas com a vacinação. A OMS garante que esse é um dos investimentos em saúde que oferecem o melhor custo-benefício para as nações. Por isso, o Dia Mundial da Imunização, 9 de junho, é uma data marcada para trazer mais informações e esclarecer todas as dúvidas da população sobre esse importante tema. Alguns hábitos ajudam a fortalecer o sistema imunológico, como uma alimentação saudável e equilibrada, prática regular de atividade física e a qualidade do sono. Porém, a única medida comprovadamente capaz de prevenir uma determinada patologia é a imunização. Por isso, gera grande impacto na saúde pública, no aumento da qualidade e da expectativa de vida. “Devido ao sucesso de estratégias de vacinação, doenças graves como a varíola e a poliomielite foram erradicadas no Brasil. Além disso, outras doenças altamente contagiosas, como o sarampo, tiveram seus números extremamente reduzidos”, ressalta a médica do Serviço de Infectologia do Hospital São Lucas da PUCRS, Marina de Almeida Rodrigues. O desenvolvimento de uma vacina segue altos padrões de exigência e qualidade em todas as suas fases, que incluem a pe

04/06/2018

Conheça os principais mitos sobre a doação de sangue

Segundo estimativas do ministério da saúde, menos de 2% da população brasileira é doadora regular de sangue. A falta de informação colabora para que esse número seja tão baixo. Dessa forma, esclarecemos alguns mitos que acabam gerando dúvidas na hora de doar sangue: 1 – Diabéticos não podem doar sangue? Mito: Diabéticos podem doar sangue sim, desde que a doença esteja controlada apenas com alimentação ou hipoglicemiantes orais. 2 – Posso doar sangue todo mês? Mito: A doação de sangue deve realizada com intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias para as mulheres. Nosso corpo precisa de um prazo para se recompor totalmente após a doação. 3 – Idosos não podem doar sangue? Mito: Desde 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo ministério da saúde. Atualmente, é permitido a doação de sangue por pessoas que possuam entre 16 e 69 anos. 4 – A doação de sangue é proibida a pessoas que possuem piercing e tatuagem? Mito: Apenas pessoas com piercing na cavidade oral ou órgãos genitais não podem realizar a doação, pois são locais mais suscetíveis a infecções do que outras áreas do corpo. Após a realização de tatuagens ou colocação de piercing nas demais regiões do corpo, a doação pode ser feita após um ano, p

30/05/2018
tabaco, tabagismo, dia mundial sem tabaco

Dia Mundial Sem Tabaco destaca ligação entre tabagismo e doenças cardíacas

Data determinada pela Organização Mundial da Saúde é 31 de maio

O tabagismo provoca uma série de doenças de diferentes níveis de gravidade. As consequências têm alto impacto, não só na saúde, mas também nos indicadores socioeconômicos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), anualmente, aproximadamente sete milhões de pessoas morrem devido ao uso do tabaco e cerca de 50% dos fumantes morrerão por alguma doença tabaco-relacionada. O uso de tabaco gera cerca de 1,4 trilhões de dólares em gastos com a saúde e perda de produtividade das pessoas afetadas, cifras que ultrapassam em muito o ingresso através de impostos e taxas. Por isso, é essencial a implantação e expansão de medidas de controle. Com esse objetivo, a OMS promove, em 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco. Com um trabalho de destaque na assistência ao tabagismo, o coordenador médico do Serviço de Pneumologia do Hospital São Lucas da PUCRS, José Miguel Chatkin, traz informações sobre o tema, suas consequências e dicas de como abandonar o consumo. Com o tema Tabaco e as doenças cardíacas, o evento tem o objet

15/05/2018
lupus

Você sabe o que é o Lúpus?

 A cada homem, nove mulheres em idade reprodutiva podem ter a doença

Comum em mulheres jovens, o Lúpus é uma doença crônica autoimune causada pela produção excessiva de anticorpos no organismo. Segundo o responsável pelo Serviço de Reumatologia do Hospital São Lucas da PUCRS, Mauro Keiserman, a doença desencadeia em pessoas que têm predisposição genética, quando agentes externos entram em contato com o sistema imune do indivíduo, ocasionando a produção inadequada de anticorpos. “Estes anticorpos são dirigidos contra constituintes normais do organismo provocando lesões nos tecidos e também alterações nas células sanguíneas”, explica. Caracterizada por inflamações nos principais órgãos humanos, a doença não tem causa conhecida, nem cura. O diagnóstico do Lúpus é feito através da associação de dados clínicos e laboratoriais. Segundo Keiserman, alguns sinais auxiliam quando as manifestações clínicas iniciais são discretas. “Mulher em fase de reprodução com dor articular, sensação de estar doente, emagrecimento, manchas na pele que são confundidas com urticárias de repetição, queda de cabelo, exames antigos com alterações tipo glóbulos brancos baixos, alterações na urina e anemia não explicada podem ser manifestações de início da doença”, afirma o especialista. Cerca de 30% a 50% das pacientes com lúpus apresenta

14/05/2018
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Tire as suas dúvidas sobre gripes e resfriados

Com a chegada do frio, as gripes e resfriados voltam a ser motivo de preocupação e incômodo. Por isso, é importante entender as principais diferenças entre elas. Saiba mais sobre as doenças e como preveni-las com as informações do pneumologista do Hospital São Lucas da PUCRS Virgilio Tonietto. O resfriado é uma infecção viral aguda das vias aéreas superiores altamente transmissível, que pode ocorrer em qualquer período do ano. Sua evolução fica restrita a um período de três a cinco dias, sem causar complicações sistêmicas. Os principais sintomas são rinite, congestão e obstrução nasal, dor de garganta e febre baixa. O rinovírus é responsável por mais da metade dos casos, que também podem ser causados pelo coronavírus, pelo VRS, pelo adenovírus, pelo enterovírus, pela parainfluenza, entre outros. Sem uma vacina disponível, o tratamento busca amenizar os sintomas utilizando antitérmicos, analgésicos, anti-histamínicos e lavagem nasal com solução fisiológica. Já a gripe conta com algumas características diferentes. Os sintomas, por exemplo, duram de 7 a 10 dias e incluem febre acima de 38° C, dor no corpo, dificuldade de respirar, calafrios, dor de cabeça, prostração, diarreia, tosse por até quatro semanas, comprometimento do estado geral. Ela é causada pelos vírus influenza A, B e C e é transmitida através d

04/05/2018
infecção urinária

Mulheres são as mais prejudicadas com infecções urinárias

Constantes idas ao banheiro e ardência na região pélvica estão entre os sintomas

A anatomia feminina é um dos principais fatores que colocam as mulheres como portadoras de bactérias que ocasionam a infecção do trato urinário, dentre elas a “Escherichia coli”. De acordo com o coordenador médico Serviço de Urologia do Hospital São Lucas da PUCRS, Jorge Noronha, a infecção urinária é uma patologia facilmente tratável com antibióticos, hidratação e mudanças comportamentais. “Quanto mais a pessoa urina, maior a chance de reduzir a colonização do trato urinário”, explica. A cistite é o quadro mais comum de infecção na mulher. Ela atinge somente a bexiga e, na maioria dos casos, pode ser tratada com alternativas farmacológicas, aliadas a opções complementares. Em casos incomuns, a infecção pode atingir os rins, que passam a desenvolver sintomas sistêmicos e mais severos, causando a pielonefrite. Segundo o especialista, em homens, a infecção urinária ocasiona quadros mais graves e traz um alerta para possíveis problemas no trato urinário, entre eles na próstata, que necessitam de assistência especializada. Os sintomas mais comuns são:

  • Urgência para urinar, mesmo depois de ter acabado de sair do banheiro;
  • Maior frequência e ardência urinária;
  • Sangue no término

26/04/2018
Fundo vetore desenhado por Lexamer - Freepik.com

Dia de Combate à Hipertensão: descubra como tratar a versão resistente da doença

Hospital São Lucas da PUCRS conta com ambulatório especializado na área

Em 26 de abril, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Hipertensão. Uma doença altamente prevalente no Brasil, atinge um em cada quatro adultos no país, segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão. De acordo com o órgão, ela é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal. Dessa forma, é essencial buscar o tratamento adequado, que inclui medicamentos e mudança no estilo de vida. No entanto, essas alternativas nem sempre são suficientes. O Hospital São Lucas da PUCRS conta com uma equipe especializada para atender esses casos, a Unidade de Hipertensão Resistente do Serviço de Cardiologia do HSL, liderada pelo Dr. Mário Wiehe. Hipertensão resistente Aproximadamente 5% dos pacientes que têm hipertensão são resistentes às terapias habituais e precisam de uma assistência especial. Os motivos vão desde a má adesão ao tratamento até situações tratáveis, como tumor de suprarrenal, estenose da artéria renal, chamada de hipertensão renovascular; doenças renais e endocrinológicas, como hipotireoidismo e hipertireoidismo; e situações ligadas à apneia do sono, entre outras. Conforme a causa verificada, a solução pode ser medicamentosa

25/04/2018
cabelo, cuidados com o cabelo, saúde capilar

Como você está cuidando do seu cabelo?

Para muitos a lavagem diária é a principal dedicação aos cabelos, mas saiba que o excesso pode ser prejudicial para a saúde capilar

O verão já passou, mas as marcas ainda ficam por um tempo. Na pele, no organismo e nos cabelos ficam os resquícios dos dias de férias, praia e piscina. A dermatologista do Hospital São Lucas da PUCRS Taciana Dal’Forno Dini dá dicas de como proteger os cabelos e evitar os danos deixados pela estação mais quente do ano. Um dos erros mais comuns é ficar com os cabelos molhados. Permitir que os cabelos úmidos sejam expostos ao sol pode causar ressecamento aos fios, especialmente se ainda conter resquícios de sal ou cloro. O uso de bonés e chapéus podem auxiliar na proteção dos cabelos. “O uso de leave-in com filtro solar na formulação é importante nos dias de exposição solar intensa, pois ajudam a proteger os fios da ação oxidativa dos raios solares” afirma a dermatologista. Pessoas com cabelos crespos, com mechas ou tratamentos químicos possuem uma tendência maior de ressecamento. A imersão prolongada na água pode provocar uma piora nos fios, causando a abertura das cutículas das hastes capilares, deixando-os opacos, quebradiços e sem brilho. Segundo a Dra. Taciana, produtos contendo óleos naturais, como o de coco, de argan ou de oliva ajudam na proteção dos f

11/04/2018
parkinson, doença de parkinson

HSL realiza cirurgia para tratamento da Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson (DP) atinge em torno de 3% da população acima de 65 anos no Brasil.

A Doença de Parkinson (DP) atinge em torno de 3% da população acima de 65 anos no Brasil. Quem tem DP sofre com a perda de alguns tipos de neurônios, o que provoca a alteração de diversas funções motoras e não motoras. O tratamento é realizado com diversos remédios, que buscam aliviar os sintomas, mas também trazem alguns efeitos colaterais. Por isso, hoje, no Dia Mundial da Doença de Parkinson, o Hospital São Lucas da PUCRS (HSL) traz uma nova alternativa para os portadores, a cirurgia. Ela busca o aumento da qualidade de vida do paciente através do controle dos sintomas da doença e redução dos efeitos colaterais trazidos pelas medicações. O HSL conta com uma equipe multidisciplinar especializada, composta por neurologistas e neurocirurgiões, para a realização da intervenção. O atendimento desses casos acontece no Ambulatório de Distúrbios do Movimento, no conjunto 311. O agendamento das consultas de convênios e particulares deve ser feito através do telefone (51) 3320.3200. No procedimento, utiliza-se um sistema de Estimulação Cerebral Profunda (ECP). Para isso, são implantados um gerador subcutâneo na região do tórax e dois eletrodos, que, de forma conjunta, transmitem pequenas correntes elét