Categoria: Dicas de Saúde

19/07/2019
A amizade é considerada uma importante fonte de bem-estar subjetivo e de felicidade, visto que estabelecemos com nossos amigos uma relação de compartilhamento de experiências, sentimentos e interesses. Além disso, o amigo ocupa um lugar de suporte social, exercendo um papel de alguém com quem podemos contar para nos apoiar e ajudar frente a adversidades.
Estudos recentes na área da Psicologia Positiva (ciência que estuda aspectos positivos dos indivíduos), apontam que as pessoas relatam sentimentos de maior felicidade e entusiasmo na vida diante de apoio social. Além disso, a concepção de bem-estar está relacionada à satisfação de várias exigências como saúde, educação, trabalho, dinheiro, família e amizades.
Nascemos com a necessidade e a capacidade de viver em sociedade, sendo assim, ter amigos e manter amizades apresentam-se como fatores fundamentais para o nosso desenvolvimento saudável. Quando estabelecemos uma relação com um amigo, essa inter-relação contribui para nosso desenvolvimento intelectual e afetivo, trazendo benefícios à nossa auto-estima, melhorando nossa capacidade de solucionar problemas e podendo funcionar como fator de proteção para nossa saúde mental.
É por meio das relações que estabelecemos com nossos amigos que adquirimos habilidades sociais importantes que poderão facilitar o est

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15/07/2019

Doença diverticular dos cólons (DCC) atinge mais de 50% dos pacientes acima de 65 anos no ocidente Com o aumento da expectativa de vida, cresce também o número de idosos e a prevalência das doenças que se desenvolvem com mais frequência com o passar da idade. Entre elas está a doença diverticular dos cólons (DCC), um transtorno que atinge mais de 50% dos pacientes acima de 65 anos no ocidente. Ela é responsável por um grande impacto no sistema de saúde, trazendo alto custo e diversas complicações. Os divertículos são hérnias, similares a pequenas bolsas, que se formam na parede do intestino grosso. Estudos recentes mostram que dietas pobres em fibras estão entre as causas desse surgimento, além de alterações da parede intestinal, motilidade colônica e fatores genéticos. “A dieta pobre em fibras e os alimentos refinados afetam o hábito intestinal e a pressão intracólica, além de estimular a atividade muscular do intestino, promovendo então uma hipertrofia das camadas musculares do órgão. Isso pode desencadear um processo inflamatório progressivo, até o estabelecimento da doença diverticular”, explica a gastroenterologista do Hospital São Lucas da PUCRS Marta Brenner Machado. A presença de divertículos sem o surgimento de inflamações e sintomas é conhecida como diverticulose colônica (DC). A doença diverticular é a progressão da diverticulose, acrescentada de sintomas. E

01/07/2019

Conheça a história de luta e superação de Vivian Turk, que já lutou contra o câncer de mama seis vezes. A descoberta de um câncer é um momento difícil para o paciente e seus familiares. Nesse instante, o medo e a preocupação tomam conta, tornando difícil buscar o otimismo e a força para seguir em frente. Essa força tão importante e complicada de encontrar Vivian Turk tem de sobra. Paciente do Chefe do Serviço de Mastologia do Hospital São Lucas da PUCRS, Antônio Frasson, ela já foi diagnosticada com câncer de mama seis vezes em 25 anos. Com o apoio e o conhecimento da equipe do Hospital, superou a batalha por cinco vezes e segue em busca de mais uma vitória com muita positividade e um sorriso no rosto. Como foi o processo de descoberta da doença? Quando eu descobri o câncer de mama na primeira vez, há 25 anos, eu tinha 42 anos e três crianças pequenas para criar. Cada vez que eu ia completar o quinto ano, que é quando dizem que a gente está curada, eu achava um novo caroço. Assim, eu já descobri isso seis vezes. Eu tinha assistido a minha mãe morrer de câncer de mama com 50 anos, então, era extremamente antenada comigo. A gente tem de se cuidar, pois se descobrimos os tumores ainda pequenos os tratamentos são muito eficazes. Sempre foi assim comigo. Em janeiro de 2017, encontrei um novo nódulo e voltei para o Hospital, agora, para participar

26/06/2019
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Técnica surge como uma importante alternativa para combater a doença Você provavelmente ouviu falar sobre imunoterapia em 2018. Dois profissionais receberam o Prêmio Nobel de Medicina do ano passado por pesquisas na área, tornando essa estratégia para combater o câncer mais popular e reconhecida pelo grande público. Os resultados apresentados até o momento demonstram que estamos diante de uma mudança de paradigma e de uma esperança real de oferecer tratamentos mais efetivos para um grupo específico de pacientes. Mas, afinal, qual a diferença entre esses novos remédios e os tradicionais? Apesar dos avanços recentes, os estudos relacionados à utilização do sistema imune para combater células tumorais não são novos. No final do século 19, o médico norte-americano William Coley já realizava pesquisas, mesmo sem compreender os mecanismos exatos da relação desse sistema com o câncer, com a inoculação de partes de bactérias em tumores, buscando desencadear uma resposta contra a doença. No entanto, nas últimas décadas, a compreensão da biologia tumoral e do papel do sistema imunológico nesse combate, permitiu o desenvolvimento de novas drogas. O organismo contra-ataca Os tumores são células em multiplicação constante e utilizam diferentes vias para perpetuar sua sobrevivência. Uma das formas de manutenção do crescimento celular é a inibição do sistema imunológ

19/06/2019
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A utilização dos suplementos deve ser criteriosa, indicada por nutricionista ou médico Na busca de um corpo saudável, muitas pessoas procuram alternativas rápidas para alcançar seu objetivo. Um dos recursos utilizados são os suplementos alimentares, substâncias químicas produzidas especialmente para complementar a alimentação. Mesmo sendo boas opções para diferentes situações, é importante contar com o acompanhamento de profissionais da saúde para a utilização dos suplementos. “Muitas pessoas optam por compostos naturais por acreditarem não estar usando medicação. Porém, um estudo publicado pelo periódico JAMA (Journal of the American Medical Association) mostrou que muitos compostos vendidos como naturais são adulterados e contêm medicações não declaradas”, afirma a endocrinologista do Hospital São Lucas da PUCRS Luciana Péres. Com o acompanhamento de médicos e nutricionistas, é avaliada a situação de cada paciente e a necessidade, ou não, do uso de suplementação. Esse é o caso de Vanessa Rodrigues, de 48 anos. Paciente bariátrica desde 2002, ela utiliza de complementação para adquirir massa muscular. “Como fiz a cirurgia bariátrica, meu organismo não absorve os componentes necessários com a mesma eficácia de uma pessoa não operada”, conta. Há três anos Vanessa adotou a atividade física com o objetivo de melhorar a composição corporal: reduzir o percentual de

13/06/2019

Doar sangue é uma iniciativa simples que pode ajudar a salvar vidas. O sangue e os hemocomponentes são essenciais em diversos casos como hemorragias, anemias graves, cirurgias, situações de trauma e/ou emergência, doenças do sangue, da medula óssea e genéticas, entre outros. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que entre 3% e 5% da população seja doadora frequente. No Brasil, esse índice fica em 1,8%. Por isso, para incentivar o ato e disseminar informações sobre o tema, no dia 14 de junho é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2019, o tema da campanha é “Sangue seguro para todos”. Uma pessoa adulta tem, em média, cinco litros de sangue e a coleta é de, no máximo, 450 ml. A retirada dessa quantidade não traz nenhum prejuízo à saúde e é reposta pelo próprio organismo nas próximas 24 horas. O processo é simples e rápido, durando em média 40 minutos entre cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta do sangue e lanche. O sangue doado é separado entre seus componentes (hemácias, plasma e plaquetas) podendo assim ser utilizado para beneficiar até quatro pacientes. “É um clichê sempre repetido e que, até, está na cabeça da maioria das pessoas: não existe um substituto para o sangue humano. O que falta é a conscientização sobre esse fato. O “doador de sangue” não é o outro: é cada um de nós. Não podemos terceirizar esta

23/05/2019

Com uma taxa de prevalência de 15 a 20 casos para cada 100 mil habitantes na região Sudeste brasileira, a esclerose múltipla (EM) causa preocupação por acometer jovens e ser uma causa importante de incapacidade. Por isso, para sensibilizar sobre o tema e o impacto na doença na qualidade de vida dos portadores, em 30 de maio é celebrado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. Para marcar a data, nesse dia, a partir das 17h30, o Instituto do Cérebro organiza uma atividade especial e gratuita sobre o tema. O neurologista Douglas Sato, a neuropsicóloga Luciana Azambuja, o Fisioterapeuta Régis Mestriner e Patrícia Weber, portadora da doença, vão falar sobre os diferentes ângulos desta enfermidade. A ação ocorre no Anfiteatro Ir. José Otão (Av. Ipiranga, 6690 – 2º Andar). As inscrições ocorrem através do e-mail inscer@pucrs.br. Saiba mais sobre o tema A EM é uma doença neurológica em que o sistema imune da própria pessoa ataca a bainha de mielina, um envoltório de proteínas que protege os prolongamentos nervosos localizados no cérebro e na medula espinhal. Ela se manifesta através de surtos, que podem causar alteração de visão; falta de coordenação motora; vertigem; alterações motora, sensitiva e na fala; urgência ou incontinência vesical e/ou fecal, entre outros. A maior parte dos pacientes, cerca de 85%, passa por períodos de surto

07/05/2019

Também conhecido como resguardo ou quarentena, o puerpério é um processo após o nascimento do bebê, fase de readaptação para o corpo feminino que tem início logo após o parto e dura em média até a 8ª semana. Neste tempo, cuidados são necessários, pois ocorrem diversas mudanças na mulher, tanto em termos hormonais quanto corporais. Além disso, ocorrem fortes modificações físicas, emocionais e psicológicas nas mães, características que ajudam a aumentar a insegurança em relação aos cuidados necessários para garantir a saúde do bebê e dela na primeira fase da maternidade. “A depressão pós-parto é muito comum tanto pela mudança hormonal quanto para a vida pessoal”, explica, João Steibel, ginecologista obstetra do Hospital São Lucas da PUCRS. Segundo o médico, as mulheres começam a se dar conta das mudanças que a maternidade propõe gerando um choque emocional forte. O puerpério possui três fases e este período envolve transformações características como: Puerpério imediato Considerado os 6 primeiros dias, ocorre a partir da saída da placenta. Nesse momento, a mulher está aprendendo a amamentar e podem acontecer sangramentos intensos, chamados de lóquio. É importante que, nesta fase, a mãe tenha o apoio de outras pessoas, além disso de receber orientações corretas em relação a amamentação, cuidados com o bebê e cons

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06/05/2019

Falta de atenção, distração, esquecimento, inquietude, dificuldade de ficar parado. Esses atributos podem ser mais do que características da sua personalidade, mas apontar para uma doença: o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Apesar de ter surgido na literatura médica na primeira metade do século 20, ele se tornou um tema muito discutido nos últimos anos. Por isso, é importante saber identificar os sinais e procurar o auxílio de um especialista rapidamente. O Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) é caracterizado por um padrão persistente de desatenção que interfere no funcionamento ou no desenvolvimento, cujas manifestações devem estar presentes em mais de um ambiente. Já o TDAH combina esses sintomas a hiperatividade e a impulsividade. Confira os principais comportamentos que podem ser indicativos dos transtornos. Desatenção – Não presta atenção em detalhes ou comete erros por descuido; – Tem dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; – Parece não escutar quando alguém lhe dirige a palavra; – Não segue instruções até o fim e não consegue terminar tarefas; – Evita, não gosta ou reluta em se envolver tarefas que exijam esforço mental prolongado; – Perde coisas com frequência; – Facilmente distraído por estímulos externos ou pensamentos; – Esquecido em relação a atividades cotidianas. Hiperatividade e impulsividade:

26/04/2019

Como identificar e tratar Hipertensão Arterial

  Presente em, aproximadamente, 25% da população brasileira adulta, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma anormalidade clínica que exige muita atenção e cuidados especiais. Entre as suas principais consequências estão o infarto do coração, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca e renal. Para aumentar a conscientização sobre o tema, em 26 de abril é celebrado o Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial. A pressão arterial é considerada alta quando está acima dos 120 de máxima e 80 de mínima, conhecida popularmente como “12 por 8”. Noventa por cento dos casos tem causa familiar (herança genética), e os demais casos podem ser secundários, decorrentes de distúrbios endócrinos, como: hipotireoidismo, hipertireoidismo, doença da glândula supra renal, doença renal crônica, entre outras. A síndrome de apneia do sono tem se constituído como uma causa secundária bastante prevalente nos últimos anos. Pode ser identificado em pacientes que roncam, possuem sono de má qualidade com múltiplos despertares, gerando sonolência e cansaço, “acumulam” o sono, e isso acaba gerando um estado hipertensivo, causa frequente da hipertensão secundária. De acordo com o especialista, essas situações podem ser identificadas tanto

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