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HSL passa a utilizar ultrassom para aplicação de toxina butolínica

15/05/2019

Método traz mais segurança e precisão ao processo realizado em pacientes do SUS e particulares

Em abril, o Ambulatório de Neurotoxina do Hospital São Lucas da PUCRS passou a realizar a aplicação da toxina butolínica guiada por ultrassom. Antes, o método empregado era o de Anatomia Palpatória, em que utilizam-se referências anatômicas para fazer essa aplicação. Feito em parceria entre os neurologistas e o Serviço de Radiologia do HSL, a nova iniciativa traz mais segurança e precisão para a administração da substância.

“Essa técnica é muito importante para localizar músculos específicos de algumas regiões. Um exemplo é a área do pescoço, onde temos um risco muito grande de causar dificuldade para engolir se não houver exatidão na aplicação. Com o ultrassom, nós temos essa segurança. Além disso, uma das grandes vantagens é conseguir também usar doses menores da toxina, já que temos maior precisão”, explica a neurologista Sheila Trentin.

Apesar de ser reconhecida pelo seu uso estético, a toxina botulínica auxilia em diversos outros casos. A substância não permite que o músculo se contraia, causando o relaxamento muscular. Por isso, ela é útil em situações como tremores; distonias, distúrbios que levam a movimentos ou posturas de torção anormais; e espasticidade causada por alguma lesão cerebral, como AVC ou outros traumas cranianos.  Além disso, também pode ser utilizada em quadros de espasmo facial, sialorreia e enxaqueca.

Ambulatório de neurotoxina

Local: sala 311

Dia de Atendimento: Quartas, a partir das 10h

 

 

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