Tag: Serviço de Otorrinolaringologia

06/03/2019
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O ideal é não utilizar por mais de meia hora continuamente e ouvir sempre com volume baixo De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente, 50% da população entre 12 e 35 anos moradora de países de média e baixa renda escuta música em intensidade que pode ser prejudicial para a sua audição. Os fones de ouvido são importantes fatores dessa estatística. O Órgão estima que mais de 1 bilhão de jovens nessa faixa etária correm o risco de sofrer perdas auditivas por divertir-se com as canções em altura excessiva nesses equipamentos. Por isso, é importante estar atento para conseguir aproveitar as melodias e manter-se saudável. Segundo a OMS, 360 milhões de pessoas possuem perda de audição em todo o mundo. Esses problemas podem ser congênitos, presentes desde o nascimento, ou adquirido ao longo da vida. Neuropatias, diabetes e a degeneração das células da cóclea e do nervo auditivo causadas pelo envelhecimento estão entre as possíveis causas. Normalmente, quem sofre com essa situação tem alguma predisposição genética, no entanto, a exposição demasiada ao barulho também pode contribuir e, nesse sentido, o fone de ouvido tem um papel de destaque. A utilização abusiva e prolongada do equipamento é capaz de causar efeitos irreversíveis independente do modelo escolhido. Para garantir a sua saúde, o essencial é não abusar. “Tanto o de inserção quanto o de concha

29/01/2019

Otorrinolaringologista do Hospital São Lucas da PUCRS explica sobre a doença

  Quando falamos em labirintite, um dos primeiros mitos que precisamos esclarecer é que esta doença é apenas uma das diversas que atingem o labirinto (as chamadas labirintopatias). Sendo um dos responsável pelo equilíbrio do corpo, este órgão fica no ouvido interno e é ligado ao cérebro através do nervo vestibular. O otorrinolaringologista do Hospital São Lucas da PUCRS, Dr. Francisco Zuma e Maia, explica de que maneira as lesões do labirinto afetam o nosso equilíbrio. “O cérebro recebe informações errôneas a respeito da posição da cabeça e do corpo no espaço, podendo dar a sensação de que tudo está rodando. Esta patologia é caracterizada por tonturas, vertigens e desequilíbrio”, conta. A doença mais comum que afeta o labirinto é a chamada Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), hoje conhecida como doença dos deslocamentos dos cristais. Outras são as infecções virais do ouvido interno geralmente após doenças respiratórias. Todas elas possuem tratamento, quando acompanhada por um médico especialista.   TESTE RÁPIDO Dr. Zuma e Maia ensina um teste rápido para identificar